FALTA TRABALHO MULTIMÉDIA

Artigo publicado no “Expresso Online”, a 22 de janeiro de 2014. Pode ser consultado aqui
FALTA TRABALHO MULTIMÉDIA

Artigo publicado no “Expresso Online”, a 22 de janeiro de 2014. Pode ser consultado aqui
Enquanto a oposição síria discute se participa ou não na Conferência de Paz de Genebra, na próxima semana, o regime de Assad propõe uma trégua na cidade de Alepo
A menos de uma semana da Conferência de Paz sobre a Síria, prevista para quarta-feira, o principal grupo de oposição no exílio ao regime de Bashar al-Assad — a Coligação Nacional Síria — ainda não decidiu se participa ou não.
A Coligação reuniu hoje em Istambul, sob uma forte pressão internacional para que ultrapasse as divergências internas e marque presença na Conferência de Paz.
Algumas fações estão reticentes em viabilizar a presença da Coligação no encontro sem que tenham garantias de que o Presidente Bashar al-Assad seja excluído de qualquer governo de transição.
O regime sírio, por seu lado, defende que não deve haver pre-condições para as negociações de paz.
Em Genebra, a delegação síria será liderada pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Walid al-Moualem, que hoje anunciou a predisposição de Damasco para negociar um cessar-fogo em Alepo, a maior cidade síria, parcialmente controlada por forças rebeldes.
“Tendo em consideração o papel da Rússia na contenção do derramamento de sangue na Síria e a nossa relação de confiança, hoje entreguei ao ministro (russo dos negócios, Sergey) Lavrov um plano de cessar-fogo para a cidade de Alepo”, disse Al-Moualem.
O plano de Damasco inclui uma troca de prisioneiros entre regime e rebeldes. “Se todos as partes cumprirem os termos do acordo, então poderemos implementar este plano noutras cidades.”
António Guterres, Alto Comissário da ONU para os Refugiados (ACNUR), considerou, hoje, “vital” que as conversações de paz produzam uma “solução política” para o conflito. “Sou suficientemente humilde para reconhecer que não existe solução humanitária para o problema”, disse.
“Há apenas seis anos, a Síria era o segundo país do mundo a acolher refugiados. Infelizmente, a Síria é hoje o país que origina mais refugiados”, acrescentou.
Segundo o ACNUR, a guerra na Síria já provocou mais de 100 mil mortos e cerca de 6.5 milhões de refugiados e deslocados internos.
Artigo publicado no “Expresso Online”, a 17 de janeiro de 2014. Pode ser consultado aqui
Ariel Sharon pegou em armas em 1948, para lutar pela independência do Estado de Israel. Não mais parou de o defender



























Artigo publicado no “Expresso Online”, a 11 de janeiro de 2014. Pode ser consultado aqui
O ex-primeiro-ministro de Israel faleceu hoje após oito anos em estado de coma. Desaparece um militar determinado, pouco dado ao diálogo com os palestinianos
O ex-primeiro-ministro de Israel, Ariel Sharon, morreu hoje, aos 85 anos, no Centro Médico Sheba, em Tel Hashomer, nos arredores de Tel Aviv.
A notícia é da rádio do Exército israelita, que cita fonte da família de Ariel Sharon.
O estado de saúde do ex-governante agravara-se nos últimos dias, após oito anos de coma na sequência de uma hemorragia cerebral a 4 de janeiro de 2006. Segundo informações dos médicos, os rins e os pulmões falharam e a pressão sanguínea e o ritmo cardíaco já tinham piorado na quinta-feira.
Ariel Sharon contou com a presença da família nos momentos finais, tendo sempre estado do seu lado os dois filhos Omri Sharon e Gilad Sharon, desde que a sua condição se agravou a 1 de janeiro, refere o “The Jerusalem Post”.
“Ele está a lutar pela vida e nós estamos aqui com ele, todo o tempo, no hospital”, disse Omri Sharon, na quinta-feira, ao jornal.
O funeral de Estado está a ser preparado pelo gabinete do primeiro-ministro, sendo esperadas várias figuras internacionais.
O corpo de Ariel Sharon será sepultado numa propriedade de família em Negev, no sul de Israel, onde está a mulher Lily, que morreu em 2000.
Acompanhe o percurso de Ariel Sharon

Artigo escrito com Liliana Coelho e Maria Romero.
Artigo publicado no “Expresso Online”, a 11 de janeiro de 2014. Pode ser consultado aqui
O ex-Presidente cubano marcou presença na inauguração de uma exposição de arte, em Havana. Fidel já não era visto em público desde abril de 2013
O ex-Presidente Fidel Castro surgiu em público, na quarta-feira à noite, na inauguração de uma exposição de arte, no Kcho estudio Romerillo, Laboratorio para el arte, uma instituição sem fins lucrativos, em Havana.
Segundo o diário “Granma”, o jornal oficial do Partido Comunista Cubano, Fidel tinha à sua espera, no bairro Romerillo, “artistas e moradores que o aplaudiram com emoção”.
O evento inseriu-se nas comemorações do 55º aniversário da entrada em Havana dos rebeldes liderados por Fidel, a 1 de janeiro de 1959.
A última aparição pública de “El Comandante”, hoje com 87 anos, aconteceu a 9 de abril de 2013, dia em que Fidel compareceu à inauguração da escola Vilma Espín Guilois, no município de Playa.
O ex-Presidente, que governou Cuba durante 48 anos, transferiu o poder ao seu irmão, Raúl, em 2006, devido a problemas de saúde. Desde então, vão rareando as suas aparições em público, bem como a publicação das suas habituais “Reflexões”, sobre temas da atualidade, no sítio “Cubadebate”.
O seu último texto, intitulado “La mentira tarifada”, data de 27 de agosto de 2013. Nele, Fidel fala dos Estados Unidos, de Edward Snowden e de Bashar al-Assad.
Artigo publicado no “Expresso Online”, a 9 de janeiro de 2014. Pode ser consultado aqui